Após uma longa conversa com Marconi Madruga sobre merdas da vida (tô cagando) e atores sintéticos (que nem durou tanto assim) conheci Eliza, uma simpática bot, disposta a passar a vida (vida? Nem me fale em vida) conversando com internautas desocupados e desbocados.
Conversei um pouco com ela, e até fui rude, mas Marconi superou todos os xablablaus com o seguinte diálogo (os ">" são as falas de Eliza e os "*" são as falas de Marconi:
>Hello
* no.
> Are you saying no just to be negative?
* of course, it is a negative adverb
> I see.
* Are you blind?
> Why are you interested in whether or not I am blind?
* because I love you
> Oh... ?
* I don't talk shit
> Does that trouble you?
* yes, a lot.
> I see.
* your ass.
> Why are you concerned about my ass?
* because I love you
> We were discussing you, not me.
* I love me too
> Tell me more...
* masturbation
> Tell me more...
* now, my hands are touching your vagina
> What about your own vagina?
*I happen not to have one.
> That is quite interesting.
* Not, it's not
> Tell me more...
* more
> OK... "now, your hands am touching my vagina". Tell me more.
Tive uma úlcera e um porco-espinho de tanto rir.
Converse com Eliza: http://nlp-addiction.com/eliza/
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domingo, 18 de outubro de 2009
Fake Plastic Sugar Canes
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porcaria,
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Violência
sábado, 24 de janeiro de 2009
Estranho? Bizarro!
[Esse post contém material ofensivo a velhinhas que não podem ler palavrões]
Acabei de virar a noite fazendo um trabalho para ser apresentado às 7:00 da madrugada (isso, no sábado).
No caminho de volta para casa, dois cachorros, um de voz grossa e outro gasguita, começam a latir para mim, quando passo na frente do portão deles. Fiquei muito puto por logo no verão 2009 Recife sem sono, com asfalto, eles ladrarem daquele jeito. Não me contive e comecei a discutir com eles(!).
Algo do tipo "Ora porra! Vão tomar no cu vocês dois. Têm mais o que fazer não é? Bandiviado do caralho, ficam latindo a porra do dia inteiro".
Parei.
Pensei.
Refleti.
E segui meu caminho aproveitando que ninguém além daqueles dois viu a cena deplorável do derretimento do intelecto do ser humano.
Tinha que compartilhar isso antes de dormir.
Good Night Angels.
Acabei de virar a noite fazendo um trabalho para ser apresentado às 7:00 da madrugada (isso, no sábado).
No caminho de volta para casa, dois cachorros, um de voz grossa e outro gasguita, começam a latir para mim, quando passo na frente do portão deles. Fiquei muito puto por logo no verão 2009 Recife sem sono, com asfalto, eles ladrarem daquele jeito. Não me contive e comecei a discutir com eles(!).
Algo do tipo "Ora porra! Vão tomar no cu vocês dois. Têm mais o que fazer não é? Bandiviado do caralho, ficam latindo a porra do dia inteiro".
Parei.
Pensei.
Refleti.
E segui meu caminho aproveitando que ninguém além daqueles dois viu a cena deplorável do derretimento do intelecto do ser humano.
Tinha que compartilhar isso antes de dormir.
Good Night Angels.
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Resenhando: Daniel Bastos
Então, nos encontramos. O engraçado é que nenhum dos dois previu o óbvio: que nosso encontro seria um potencializador de bizarrices e, é claro, de bobagens. Como ele mesmo disse muito bem - e o que TAMBÉM é uma bobagem - se achássemos um jeito de transformar bobeira em combustível... estaríamos ricos!
Nos encontramos num café, dentro do shopping, por exigência dele. Esses pessoal fresco do Distrito Federal, bando de criados no ar-condicionado, são muito chatos. Não consegui passar mais que dez minutos dentro do Rio Sul sem me dar agonia e, uma vez tendo ambos concluído que nenhum dos dois era psicótico, e que apesar do Bastos usar o chat uol, e eu, fazer chats retardados, éramos ambas pessoas normais, arrastei-o logo pra fora dali. Fiz o pobre distrito-federalense (centrino?) andar PRA CARALHO até a Praia Vermelha, no círculo militar da Urca, o bairro onde nasci. Ele deve ter andado uns três quilômetros, mas eu menti. Disse que não tinha um km que ele tava andando e que ele é que era uma bicha.
Apesar da maratona, a diferença de umidade e altitude, Daniel sobreviveu. Finalmente, viu uma das muitas praias que não viria a cair nos dias que se seguiram (Sim, pois ele não caiu em praia nenhuma, mas esse é outro capítulo). Levei o coitado pra uma praia de milicos, entupi-o de histórias mirabolantes sobre a colonização francesa e o motivo do nome da praia (a francesada morreu em peso ali, aquela música do vermelhou da Daniela Mercury é sobre eles). Como já disse, nem eu nem ele caímos na água, por mais que eu quisesse, pois o Outback nos aguardava.
Voltamos de táxi, e chamei-o de bicha de novo (fingi que tava de boas, e que era a local esportiva descolada, embora eu estivesse cansada pra cacete da caminhada no calorão, mas o que importa é que o ingênuo acreditou que eu queria voltar a pé).
Ah, uma coisa SUPER precisa ser dita sobre o Bastosão: o desgraçado é um cavalheiro. Não me deixou pagar nada, de táxi, a sorvete, à minha passagem de ônibus, nem adianta insistir. Entrei em parafuso de tanto protesto. A gente reclama na hora, e elogia depois.
Cara, obrigada.
Bom, chegando ao Outback, como ele já disse, foi destruição. Ele TAMBÉM pediu ribs on the barbie, me surpreendendo muito! Destroçou as pobres com batatas fritas e eu, com batata assada. Passada a carnificina, é claro, brincamos com a comida. Nosso bolinho de pão preto, maçãzinhas e cream cheese, com uma costela de velinha (e cuja foto está presa no celular, damn!) ficou muito bonito e logo impressionou a atendente, uma garota negra, muito bonita e simpática, embora um tanto ingênua. Logo começamos a conversar com ela. Conversa vai, conversa vem, chegamos a esse diálogo:
-Então vocês dois são de Brasília?
-Não, eu sou, ela é de Búzios.
-Ai, vocês são namorados?
-Não, hahaha, somos só amigos.
-Ah tá, eu perguntei porque eu tô com uma coisa com um sujeito de Brasília, sabe... Quer dizer, nem sei se ele quer...
-Ah, em Brasília todo mundo conhece todo mundo, quem sabe cê conhece, Bastos!
-É, quem sabe eu conheça, quem é?
-Ah, o nome dele éxxxxxxxxxxxxxx! É fundador dos Hells Angels em Brasília!
-Pôxa, não conheço.
-Sabe, eu tinha mó impressão errada deles!
-*BRINCANDO* Hahahaha é, que eles bebem sangue...
-*FALANDO SÉRIO* É, eu pensava que eles comiam cérebro...
Err... oi?
Tá, né.
Mais episódios a seguir, se vocês tiverem paciência, é claro.
Nos encontramos num café, dentro do shopping, por exigência dele. Esses pessoal fresco do Distrito Federal, bando de criados no ar-condicionado, são muito chatos. Não consegui passar mais que dez minutos dentro do Rio Sul sem me dar agonia e, uma vez tendo ambos concluído que nenhum dos dois era psicótico, e que apesar do Bastos usar o chat uol, e eu, fazer chats retardados, éramos ambas pessoas normais, arrastei-o logo pra fora dali. Fiz o pobre distrito-federalense (centrino?) andar PRA CARALHO até a Praia Vermelha, no círculo militar da Urca, o bairro onde nasci. Ele deve ter andado uns três quilômetros, mas eu menti. Disse que não tinha um km que ele tava andando e que ele é que era uma bicha.
Apesar da maratona, a diferença de umidade e altitude, Daniel sobreviveu. Finalmente, viu uma das muitas praias que não viria a cair nos dias que se seguiram (Sim, pois ele não caiu em praia nenhuma, mas esse é outro capítulo). Levei o coitado pra uma praia de milicos, entupi-o de histórias mirabolantes sobre a colonização francesa e o motivo do nome da praia (a francesada morreu em peso ali, aquela música do vermelhou da Daniela Mercury é sobre eles). Como já disse, nem eu nem ele caímos na água, por mais que eu quisesse, pois o Outback nos aguardava.
Voltamos de táxi, e chamei-o de bicha de novo (fingi que tava de boas, e que era a local esportiva descolada, embora eu estivesse cansada pra cacete da caminhada no calorão, mas o que importa é que o ingênuo acreditou que eu queria voltar a pé).
Ah, uma coisa SUPER precisa ser dita sobre o Bastosão: o desgraçado é um cavalheiro. Não me deixou pagar nada, de táxi, a sorvete, à minha passagem de ônibus, nem adianta insistir. Entrei em parafuso de tanto protesto. A gente reclama na hora, e elogia depois.
Cara, obrigada.
Bom, chegando ao Outback, como ele já disse, foi destruição. Ele TAMBÉM pediu ribs on the barbie, me surpreendendo muito! Destroçou as pobres com batatas fritas e eu, com batata assada. Passada a carnificina, é claro, brincamos com a comida. Nosso bolinho de pão preto, maçãzinhas e cream cheese, com uma costela de velinha (e cuja foto está presa no celular, damn!) ficou muito bonito e logo impressionou a atendente, uma garota negra, muito bonita e simpática, embora um tanto ingênua. Logo começamos a conversar com ela. Conversa vai, conversa vem, chegamos a esse diálogo:
-Então vocês dois são de Brasília?
-Não, eu sou, ela é de Búzios.
-Ai, vocês são namorados?
-Não, hahaha, somos só amigos.
-Ah tá, eu perguntei porque eu tô com uma coisa com um sujeito de Brasília, sabe... Quer dizer, nem sei se ele quer...
-Ah, em Brasília todo mundo conhece todo mundo, quem sabe cê conhece, Bastos!
-É, quem sabe eu conheça, quem é?
-Ah, o nome dele é
-Pôxa, não conheço.
-Sabe, eu tinha mó impressão errada deles!
-*BRINCANDO* Hahahaha é, que eles bebem sangue...
-*FALANDO SÉRIO* É, eu pensava que eles comiam cérebro...
Err... oi?
Tá, né.
Mais episódios a seguir, se vocês tiverem paciência, é claro.
domingo, 23 de novembro de 2008
Show de Menine

Taxista: - Foi show de quem?
Eu: - Lenine.
Taxista: Show de Menine?
Nós: - Lenine (pensando: - isso dá blog).
Asterístico: vou usar a tag conversas e diálogos.
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sexta-feira, 21 de novembro de 2008
E por falar em família...
Lembrei de um diálogo que tive esses dias com a minha mãe:
-Puxa, me deu uma vontade de tomar suco de melancia...
-Ué, e por que não toma?
-Não comprei melancia, fiquei com preguiça de ter que carregar até aqui em cima. :B [Explico: a casa fica no alto do morro, e o carro fica lá embaixo]
-Hahaha, me dissesse, que eu carregava!
-Ah, você não tava em casa. Mas pensando bem, a gente bem que tinha que ter algum sistema pra trazer as compras aqui pra cima, né?
-É, tipo um CANHÃO.
-Aí a gente punha a melancia dentro e disparava aqui pra cima.
-Certo. Você fica no gol.
-Hahahaha, sério, a gente bem que podia acoplar um canhão na caçamba da picape, quem sabe em cima dos botijões de gás... seria legal! Você dirigia, e eu ficava atrás, disparando nas pessoas. :D
-Claro. Só faltaria isso pra dar um toque especial ao nosso título da dupla mais excêntrica da cidade.
-Hahahahahaha!
-Vai fazer um suco de laranja, vai.
Ela tem razão. Mas eu não pude deixar de sonhar, enquanto espremia as laranjas, em meus vizinhos sendo atingidos por disparos acidentais de côcos, melancias, jacas e melões.
-Puxa, me deu uma vontade de tomar suco de melancia...
-Ué, e por que não toma?
-Não comprei melancia, fiquei com preguiça de ter que carregar até aqui em cima. :B [Explico: a casa fica no alto do morro, e o carro fica lá embaixo]
-Hahaha, me dissesse, que eu carregava!
-Ah, você não tava em casa. Mas pensando bem, a gente bem que tinha que ter algum sistema pra trazer as compras aqui pra cima, né?
-É, tipo um CANHÃO.
-Aí a gente punha a melancia dentro e disparava aqui pra cima.
-Certo. Você fica no gol.
-Hahahaha, sério, a gente bem que podia acoplar um canhão na caçamba da picape, quem sabe em cima dos botijões de gás... seria legal! Você dirigia, e eu ficava atrás, disparando nas pessoas. :D
-Claro. Só faltaria isso pra dar um toque especial ao nosso título da dupla mais excêntrica da cidade.
-Hahahahahaha!
-Vai fazer um suco de laranja, vai.
Ela tem razão. Mas eu não pude deixar de sonhar, enquanto espremia as laranjas, em meus vizinhos sendo atingidos por disparos acidentais de côcos, melancias, jacas e melões.
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